domingo, 25 de dezembro de 2011

Coração,


Olha o céu, a Lua e as estrelas. Olha bem... Porque você é mais belo do que todos juntos e nem precisa estar no céu para ser visto. Mas também não precisa estar no céu para ser inalcançável.
O brilho de uma estrela é menor que o de um sorriso e o brilho de um sorriso é menor que o seu brilho.

Permita-se. Entregue-se. Viva. Ame. Porque amanhã... Ah, amanhã... Tudo vem em dobro, coração!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Fluíram Palavras


Eu não quero escrever sobre um sorriso que não se vê.
Não quero escrever sobre um rosto cabisbaixo.
Não quero escrever sobre olhos sem função,
Que não vêem a beleza de todas as manhãs

Não quero ouvir as mágoas ressoarem onde devia-se ouvir o canto.
Não quero ficar no canto ouvindo o nada, o silêncio de uma ala cheia no lado esquerdo do peito.
Não quero me deitar e não sonhar,
Nós somos sonhos concretizados e ainda temos muito a concretizar.
Não quero ter que escrever para seus olhos seguirem palavras apenas por elas serem opacas em um papel transparente.
Eu não quero escrever como se isso bastasse.
Não quero viver à margem de um rio com o desespero de reflexos fúteis e indesejados.

Quero a beira de um abismo, onde a adrenalina me faça acionar meus instintos,
Onde a presa esteja encurralada, e de onde nenhum de nós pode correr.
Quero escrever uma rota de fuga.
Quero testar meu limites.
Quero escrever a cor do vento.
Quero escrever até que os olhos se abram e coração leia,
Até que a boca seca não aguente recitar
E quando achar que irá fraquejar, a voz seja mais ouvida que os trovões.
Quero escrever a continuação de um arco-íris,
Porque nada para até onde vemos,
Porque o horizonte está adiante, assim como está atras e aos lados, acima e abaixo, na ponta do seu nariz e dentro da sua mente.

Quero a revolução das minhas letras!
Quero olhar o céu, o luar e descrever as estrelas.
Quero não parar até que me canse por completo.
Quero escrever o infinito do universo...
Porque meu limite não é a tinta da caneta.
Meu limite não é o momento.
Meu limite não se encontra.
Não se escreve.
Não existe.

Não quando a inspiração é cristalina como minha alma.
Não enquanto ainda houver o que escrever.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Sound of Sunshine - O Som do Sol (Michael Franti & Spearhead)



Eu acordo de manhã e são 6 horas
Dizem que pode chover, mas o sol está quente
Eu queria ter tempo só para matar o dia hojeE uma moeda pra cada conta que tenho a pagar
Alguns dias você ganha, em outros você perdeA maré segue conforme está a sua vidaEntão eu pulo de volta para onde aprendi a nadarTento manter a cabeça erguida o máximo que derÉ por isso que
Aqui estou euSó esperando a tempestade passar por mimE esse é o som do sol se pondoE esse é o som do sol se pondo...
(Ei ei ei ei... ei)
Eu vi meu amigo Bobby e ele disse "e aí, cara?"Você tem trabalho ou uma grana pra emprestar?Eu abri minha mãoEle disse "que bom que tiram o meu empregoMas não as minhas amizades"E aqui estou eu esperando a tempestade passar por mim
E esse é o som do sol se pondoE esse é o som do sol se pondo
Eu quero ir para onde o sol é eternoCom meu violão na praia e todos os meus amigosO sol forte e as ondas em movimentoE tudo tem cheiro de protetor solarO oceano, as garotas tão bonitasEntão tire seus sapatos e relaxe os pésDizem que milagres não acabam nuncaE toda alma precisa de libertaçãoE o som vai tocar até o sol se pôrE eu só quero ouvir esse som
E esse é o som do sol se pondoE esse é o som do sol se pondo
E agora vou dizerQue é com você que eu quero estarQuando chegar o pôr-do-solQue é com você que eu quero estarQuando chegar o pôr-do-sol
Que é com você que eu quero estarQuando chegar o pôr-do-solQue é com você que eu quero estarQuando chegar o pôr-do-sol
Esse é o som do sol se pondoE esse é o som do sol se pondo
(Ei ei ei ei... ei ei ei ei)(Ei ei ei ei... ei ei ei ei)
E esse é o som do sol se pondoE esse é o som do sol se pondo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Feel My Soul - Sinta Minha Alma (Yui)




Cansado de chorar
Sem lugar para recorrer
Sem poder parar de andar
Mesmo que tropece diante das dúvida
O sorriso que você me deu
e as lágrimas que deixei cair
Desapareceram depois de tocar na ferida profunda do eu coração
Sinto a minha alma, leve-me do seu jeito
Talvez todo mundo
procure o tempo todo
Uma coisa única
que não é um acaso, nem um amor falso
Está bem, tudo bem
Está bem, tudo bem, menino assustado

Você me implora várias vezes para não ir
Esta sua voz baixa é tão querida
Sinto a minha alma, leve-me do seu jeito
Não volto mais
Com estas mãos, quero conferir agora
Vivo sofrendo para entender
O significado da vida
Está bem, tudo bem
Está bem, tudo bem, menino assustado

Murmurei a frase que você diz
Ande, é invisível mas o caminho está aberto

Sinto a minha alma, leve-me do seu jeito
A batalhar
Vou continuar caminhando assim
Não é um acaso
Nem um sonho qualquer
Está bem, tudo bem
Está bem, tudo bem
Vivo sofrendo para saber
A alegria da vida
Está bem, tudo bem
Está bem, tudo bem, menino assustado

sábado, 12 de novembro de 2011

Eu Te Amo



Tinham as decepções e os desamores, mas para cada tropeço...



Andava na rua com a cabeça baixa, contava os passos e os problemas. Nem sonhava nem sorria. Quando de repente esbarra em alguém.
Já estava com as ofensas na ponta da língua, quando uma senhora olha dentro dos seus olhos e diz:
-Eu te amo!

Nesse momento as ofensas se esvaíram e tudo pareceu se colorir novamente. Sorriu seu rosto. Sorriu seu coração.

E no pedido de desculpas:
-Eu te amo!

Opa! Espera, mas era só pra falar "desculpa"...
Ah, tudo bem, foi só um impulso e foi até legal dizer isso...

E na volta para casa:
-Eu te amo! (Oi, mãe.)
-Eu também te amo, filho!
De novo, tem alguma coisa errad... não... está tudo perfeito!

E no colégio:
-Eu te amo!
E com os amigos:
-Eu te amo!
E na rua:
-Eu te amo!
E com os desconhecidos:
-Eu te amo!
E um dia, distraído, enquanto andava, esbarra em mais uma mau humorada. Antes mesmo de ela falar:
-Eu te amo!

E ele percebeu:
Nesse momento as ofensas se esvaíram e tudo pareceu se colorir novamente. Sorriu seu rosto. Sorriu seu coração.

E o retorno:
-Eu te amo!

E a continuação:


 No trabalho:
-Eu te amo!
E com as amigas:
-Eu te amo!
E na rua:
-Eu te amo!
E com os desconhecidos:
-Eu te amo!
E um dia, distraída, enquanto andava, esbarra em mais uma mau humorada. Antes mesmo de ela falar:
-Eu te amo!



E ela percebeu:
Nesse momento as ofensas se esvaíram e tudo pareceu se colorir novamente. Sorriu seu rosto. Sorriu seu coração.



E o retorno:
-Eu te amo!

E a continuação:



No colégio:
-Eu te amo!
E com os amigos:
-Eu te amo!
E na rua:
-Eu te amo!
E com os desconhecidos:
-Eu te amo!

E um dia, distraída, enquanto postava em seu blog, chama a atenção de mais um(a) mau humorado(a). E, antes mesmo de você perceber:
-Eu te amo!

E eu percebi:
Nesse momento os problemas se esvaíram e tudo pareceu se colorir novamente. Sorriu seu rosto. Sorriu seu coração.

E o retorno?
Nos comentários.

E a continuação...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Sopro da Vida


Você lembra não é? Eu já disse. É só fechar os olhos bem forte e só abrir quando estiver preparada para resolver tudo. Você sabe, sabe dentro de você, que o vento vai te acompanhar não importa onde. Ele vai passar por você e levar suas tristezas para lugares distantes. E você não poderá nem mesmo sentir o cheiro. O vento levará todo o seu sofrimento ao vale do esquecimento e o esquecerá lá, como fez com tantos outros sofrimentos.
Mantenha-se firme, e nunca muito distante. Porque a distância nunca foi remédio nem solução, nunca foi segurança nem liberdade, nunca foi opção nem obrigação. A distância, é o escudo dos fracos, incrédulos da divindade de uma leve brisa. Esse é o sopro da vida nos seus cabelos.
O segredo é fechar os olhos bem forte e só abrir quando sentir uma leve brisa.

Só Pra Saber

Falta saber que um sorriso basta. 
Sobra.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dizer NÃO!




Eu quero dizer Não,
e quero dizer Sim
Eu quero dizer que eu gosto de você
Do jeito que você é:
Igual a mim!

Eu quero dizer que importa sim 
O que os outros falam...
Mas não ligue,
eles sempre falam.

Eu quero que você saiba
que hoje eu sei
que sempre fui
o que eles não queriam que eu fosse

Mas eu sou!

Eu quero que vocês me amem,
porque eu amo
pessoas iguais a mim. 
Estou mudado, mas não mudei!

Eu quero que as vozes se calem,
porque elas ferem mais agora
que estou frágil por fora
mesmo que não esteja por dentro...

Eu só queria poder agir como eu penso.
E queria que eles parassem de agir sem pensar.
Não quero um mundo novo.
Eu quero de novo o mundo.

Sou diferente e farei a diferença!
Sou diferente por amar os iguais.
Sou diferente por amar os diferentes.
Sou diferente e sou igual.

Não vou mudar por ser diferente.

Vou acordar todos os dias
e agradecer por ser como sou.
E mesmo que importe o que eles dizem
importa mais o que eu penso.

Não se importe com minha cama.
Eu sei cuidar dela sozinho!

Sem Título



Feche os olhos. Eu te pediria para não pensar em nada, mas eu sei que isso é quase impossível (ao menos para mim é). Por isso, apenas tente não pensar em nada que o deixe preocupado, infeliz, com medo, inseguro ou qualquer sentimento semelhante. Depois que você excluiu esses pensamentos de sua mente, ainda que momentaneamente... o que restou?
Possivelmente você me responderá: ''Os momentos mais felizes da minha vida.'' (E talvez essa frase se finalize com uma ou três exclamações)

É tolice perguntar o que você sente agora e inútil perguntar quantos pensamentos você tem em mente neste momento. Mas eu queria saber uma coisa, só uma besteirinha: você seria capaz de viver apenas com esses pensamentos?
Imagino que responderá: ''Óbvio que sim.'' (E talvez essa frase se finalize com uma ou três exclamações)

Talvez você não esteja muito interessado na minha resposta, deverá mesmo estar se perguntado ''aonde ela quer chegar com isso?'', calma, sem pressa. Mesmo correndo o risco de não ser interpretada da forma que desejo, vou responder ao meu próprio questionamento (me refiro ao segundo).

Nunca apagaria da minha mente, da minha vida, tais lembranças. [Por quê?] Porque elas são meus mais fortes alicerces. Nelas eu me baseio antes de tomar uma decisão, antes de seguir um caminho, antes de agir por impulso, antes de gritar, antes de atravessar a rua, antes de qualquer coisa, tudo e mais um pouco. Foram nelas que eu cresci em minhas virtudes mais apreciáveis. Porque elas não são feitas unicamente para nos derramar lágrimas. Elas nos ensinam como não agir; onde não se espelhar. O que é errado e o que dá errado. E essas coisas nos mudam por dentro independendo da nossa vontade.

O que eu quero dizer é que devemos muito às nossas lembranças ruins. Eu costumo dizer ''Nada é em vão'' e ''Tudo na vida é aprendizado''. (Não sei porque essas frases não se unem de uma vez, mas elas estão sempre nas mesmas situações).

Por isso, nesse exato momento, eu gostaria que agradecesse a esses pensamentos, essas lembranças, esses acontecimentos; agradeça por eles existirem, por eles te fazerem sempre crescer mais e mais (...) e mais e mais.

Tudo na vida me fez como sou. Coisas, ruins ou não, formam as pessoas como são. E cabe a nós decidir a formação ou deformação que as coisas vão nos causar.
Eu decidi crescer mais uma vez. (E talvez essa frase devesse ser finalizada com uma ou três exclamações)

Hoje, escolha como você gostaria de ser formado!!!

Não entendo...

Por quê chorar se há o sorriso?
Lindo, perfeito, sincero, milagroso, divino, simples, inexplicavelmente benéfico...

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Oi Sol


Eu estava andando por um praia num dia em que a maioria das pessoas prefeririam estar em casa em baixo de edredons. Entretida com as pegadas que eu deixava para trás e que ora as ondas apagavam ora a forte chuva apagava. Não pensava em nada específico, até porque nenhum pensamento se mantinha por muito tempo. Minha visão estava turva e isso se devia à chuva e às lágrimas. Eu agora imaginava se minha tristeza era visível e se alguém realmente se importava com o meu estado. Virei para frente e comecei a andar olhando onde eu pisava agora e, dessa vez, me concentrando na areia em meus pés, entre meus dedos... Toda a sensação...
Mas eu me sentia muito insegura andando assim.
E se eu perdesse uma pegada que ficou diferente ou que, magicamente, não se apagou com a água contínua?
Me virei e voltei a andar de costas olhando fixamente as marcas dos meus pés pequenos.

Até que em um momento algo me fez cair... Eu torci meu pé e me machuquei de forma que não conseguia me levantar sozinha. Meu choro se tornou mais alto, mas não haviam mais lágrimas no meu rosto dessa vez.
Meu coração chorava alto de dor... E não era por conta do meu pé.

Eu só queria alguém que pudesse ouvir os gritos do meu coração e nenhum louco iria sair naquela chuva para socorrer uma garota desconhecida que anda de costas, afinal... a culpa era minha por andar assim, certo?

Era tudo minha culpa... Será que alguém sofreu o que eu sofro por minha causa? Esse alguém não me perdoaria... Eu não me perdoaria...

Tentei me levantar e meu pé doeu mais ainda. Deitei na areia e deixei que a chuva lavasse meu rosto e que o mar molhasse meus pés. Minha esperança era que toda aquela água lavasse meu corpo e levasse minha tristeza.

Fechei meus olhos e estava pronta pra me levantar e esquecer que um dia eu caí, engolir a dor e o choro e levantar mais uma vez sabendo que mesmo com muita dor eu sobreviveria.

- Psiu! (risos)
- Levanta daí logo antes que você fique resfriada.
- Que diabos você tá fazendo aqui sozinha nessa chuva?
- Eu tô tentando te ligar a um tempão e você atende, cara.
- Não dá um susto desse na gente!

Sem pingos, sem dor, sem tristeza, sem solidão ou sofrimento. Agradeço à água ou a vocês?


Olhe de novo. Não há pegadas à sua frente. O que me diz?













- Oi Sol...

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Acreditar


 é a metade do inteiro a conquistar...

CARDOSO, Vanessa


Mesmo sabendo que chegará o tempo em que tudo será desfeito tão rápido quanto foi feito, seguir se torna fácil com a certeza da sua companhia.
O simples fato de saber da sua existência, não importando a distância, para mim é significativo e suficiente para amenizar as dores do meu caminho e enfatizar meu bons momentos.
Me satisfaço apenas com a imagem do seu sorriso em minha mente, me preencho com cada detalhe seu  e minha felicidade se completa quando a sua se completa.
Não é simples coincidência, não é apenas partilhar. É a mais perfeita reciprocidade, com o mais puro sentimento.
Sentimento esse que não será desfeito com a chegada do tempo. Sentimento esse que vai além do real e irreal, que supera expectativas, que é mais abrangente do que parece e que, acima de tudo, é eterno.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Minhas Manhãs Maravilhosas

" As palavras fogem quase sem querer,
Rezam por nós dois.
Tome conta do que vai dizer.
Elas estão dentro dos meus olhos
Da minha boca, dos meus ombros
Se quiser ouvir é fácil perceber "   ~♪
                               (As Palavras - Vanessa da Mata) 


Depois de muitas tentativas de "como começar a escrever isso" eu cheguei a duas conclusões:
01- A única forma de começar é, simplesmente, escrevendo o que eu sinto;
02- Mas, simplesmente, não há como descrever o que sinto quando estou com vocês...

É, realmente, um desafio...

E vocês nem devem saber a importância que têm na minha vida! Vivemos muuuuuito em pouco tempo, mas foi o suficiente para saber que confiança, sinceridade, companheirismo, segurança, apoio, amizade verdadeira e muito, muito bom humor, são qualidades que eu sei que são absolutas, imutáveis e infinitas na nossa relação.. que vai muito além de apenas manhãs e aulas. Eu levarei todos vocês comigo aonde quer que eu vá, dentro do meu coração.

Se vocês soubessem o quanto são especiais para mim, cada um do seu jeitinho e nenhum menos especial que o outro. Se vocês tivessem apenas uma noção do tamanho da minha gratidão! Eu desejo a vocês todo o bem que vocês me fazem, em dobro. Dessa forma, acho que esse bem vai durar algumas gerações futuras...


Mas acho que o que mais me chama atenção em vocês é o verdadeirismo, a disposição e a consideração.

Consideração porque o que vocês fazem por mim, de me acolher, de fazer as minhas manhãs ganharem um toque especial, de salvar muitos dos meus fins de semana, de tornar cada um dos meus muitos sorrisos momentos que eu nunca irei esquecer; apesar disso tudo ir muito além da simples consideração, ainda não criaram uma palavra que explique melhor...

Disposição por me entenderem quando eu não estou de bom humor e me fazerem rir mesmo nessas horas, por estarem sempre lá para me ajudar, defender ou apoiar. SEMPRE!!!

Verdadeirismo... é exatamente isso... eu AMO vocês! Todos e cada um. Estar com vocês esse ano foi a melhor coisa que já me aconteceu e eu não trocaria isso por nada. Amor verdadeiro é para sempre e nada muda isso!! O amor que eu tento demonstrar nos meus atos de carinho, nas minhas piadas e a todo momento, independente de estarmos juntos ou não...

Cada um, com sua singularidade, me conquistou de um jeito que eu não consigo mais viver sem vocês... Vocês me fazem muito, muuuito, muuuuuuuito feliz!

Vai doer muito se algum dia, mesmo que temporariamente, tivermos que nos separar de alguma forma. Vocês me completam e eu não sei se posso viver sem algumas pecinhas... Vocês são a minha motivação. São vocês que me acordam todos os dias, não o Sol ou o despertador.
A minha felicidade se faz igualmente completa quando estou com vocês...

Nunca esqueçam de mim... porque EU AMO VOCÊS MUITO!!!



Bônus:


" Aaawn :3 IT'S SO FLUFFLY *O*
I gonna cry!
Encontrar vocês não foi por acaso e também não foi por acaso que nos unimos tanto. Em pouco tempo eu me aproximei de vocês de uma forma que nunca aconteceu antes comigo. Eu confio a minha vida a vocês e sei que estarei sempre segura enquanto estiver com vocês, rindo, aprendendo, cantando, conversando, brincando, bagunçando e metralhando alguns zumbis... 
Me divirto com vocês toda manhã, nunca um dia é igual ao outro e juntos pode vir QUALQUER COISA que a gente dá conta com muuuuito bom humor. 
Não importa se eu acordei com o pé esquerdo, se eu tô mau, se estou estressada.. basta só entrar na sala e receber um pastel de Berg, um "rapaz, isso são horas?" de Rafael, um "bom dia, Vaan! ^^" de Mayra, um "bom dia"(com carinha sorridente:) e mais um pastel de Tiago, e alguma novidade ou uma piada super louca de Lucas que minhas forças se renovam.
Não tenho palavras para agradecer o bem que vocês me fazem nem para descrever o quanto vocês me ajudam a não perder a cabeça quando está tudo conspirando para o pior.
Queria que todo mundo tivesse amigos legais assim que nem eu :B


O amor que eu sinto por vocês não vai mudar NUNCA! 


"na na na na na  HU HA HUHA
He is my best friend, best of all bests friends!"?


Da mesma forma que eu sei que nunca estarei sozinha, saibam que eu nunca vou deixar vocês sozinhos! EU AMO VOCÊS TODOOOOS!! (pronto, chorei.. i-i) 
3º ANO FOREVER and ever and ever and ever..! \Õ/  "




Eu prometo, nunca vou esquecer vocês. Minha família, meu remédio sem contra indicações, minha nostalgia, minha motivação, minha confiança, minha segurança, minha gargalhada, minha sinceridade, meu bem estar, meu AMIGOS! Enquanto estiver com vocês a minha única preocupação será não rir muito alto pra não atrapalhar ninguém kkkk AMO VOCÊS!!

domingo, 28 de agosto de 2011

Bem Alto


Voo a uma distância considerável do chão. É nisso que sou boa: correr riscos
Enquanto eu não tombo vou curtir a paisagem!

domingo, 21 de agosto de 2011

Mostre-se


Ninguém finge ser o que não é. O simples fato de se mascarar já mostra que tipo de pessoa você é. 
Fingir é mostrar-se verdadeiramente.
Apenas busque mostrar-se como é, sem farsas. Não há segunda chance para mudar a primeira impressão.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Inútil


Colho os buracos que encontro no caminho na falsa esperança de não encontrá-los novamente.
Então vem o destino e me diz que isso é inútil.
Eu, na minha inocente ignorância, repugno qualquer ideia que se oponha ao meu objetivo tão sonhado e almejado.
E então, quando acredito que estou a um passo e deixar toda a escuridão desses poços de frustração para tras, piso em falso e prendo meu pé onde queria fugir.

"Errir"


Nosso erro é pensar que cada novo sorriso está sujeito a uma nova queda; que cada passo é um passo a mais e que um dia nossos sapatos estarão gastos demais para continuarmos andando. Enquanto esperarmos do mundo uma resposta positiva para todas as nossas escolhas estaremos também perdendo toda a diversão ao rirmos dos nossos erros.

Quais histórias você pretende contar aos seus netos?

Vamos nos divertir amanhã e o que ainda há de hoje! Sempre.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Que Assim Seja



Vou fazer de mim o seu ponto de apoio. 
Vou fazer de mim seu abraço apertado. 
Vou fazer de mim seu sorriso de orelha à orelha. 
Vou fazer de mim o que ninguém fez por você antes. 
Vou fazer de mim o seu início, seu meio, sem fim...






E serei assim enquanto o que eu quero que haja de mim em você houver de você em mim.

domingo, 24 de julho de 2011

Cinema: Terror - Parte II


Acordou, mas a escuridão era tanta que não sabia se tinha realmente aberto os olhos. 
Percebeu que não usava roupas. Tentou gritar mas a dor falou mais alto. Tentou levantar mas a dor era mais forte. Tentou lembrar o que havia acontecido. [Droga!] Ia ser necessário mais do que uma Aspirina para aquela dor passar. Respirar doía.

Em que maldito lugar ela estava? 

Não enxergava nada, em compensação os demais sentidos se aguçaram, como não pudia se mover muito começou a desvendar o ambiente com a ajuda deles.

Tateou o chão à sua volta. Parecia ser de pedra. Molhado, úmido e escorregadio. Duro, frio e desconfortável. Agora que tinha notado isso começou a sentir frio. Tremer doía. Respirar estava ficando cada vez mais difícil. Queria abraçar as pernas para ajudar a esquentá-las; mesmo que conseguisse não adiantaria, seus braços pareciam estar quase congelando.

Concentrou-se na sua audição e pôde ouvir pingos. A fonte deveria estar distante de chão se considerado a  frequência e som que provocava quando se encontravam com a poça que já havia se formado. Ela esperava que aquilo fosse água, não importava se era suja ou não. Sua garganta ardia de sede e, mesmo com toda a umidade, ela se sentia em um deserto. Talvez fosse melhor do que aquele lugar.

O corpo doía, desidratado e congelando; mesmo assim ela se esforçou para respirar fundo. Um décimo do que uma pessoa geralmente consegue absorver de ar para encher os pulmões já foi suficiente para deixá-la mais debilitada e quase chorar de dor. Fechou os olhos e segurou. Agora... o cheiro. Uma cheiro conhecido invadia o ar e trazia de uma só vez milhares de lembranças. Como aquela vez que estava querendo aprender a andar de bicicleta sozinha, para surpreender seu pai quando ele chegasse do trabalho, mas caiu e ralou o joelho. Ou aquela vez que estava subindo naquela amendoeira que tinha no seu quintal, mas escorregou e feriu o cotovelo. Ou ainda, aquela vez que estava brincando com o Ed, seu melhor amigo,  correndo pela rua, mas ela tropeçou e machucou o joelho. 
Isso só pode significar uma coisa: que o cheiro era bom. Bom por fazê-la lembrar de bons tempos
Relaxou por alguns segundos antes de voltar à realidade, antes do frio voltar, antes da dor aumentar.

[Concentre-se...] Hora de sentir. Sentir tudo de uma vez só! 
O que ela sentia naquele momento? Sentia frio, sentia dor, sentia saudades, sentia arrependimento, sentia solidão. Mas... não sentia medo. Se tivesse que morrer naquele exato momento, morreria sem medo
Preocupou-se. Será que ela morreria fria e sem amor? [NÃO! Não posso!] 

Tudo deu lugar a uma fúria incontrolável. Sentia raiva do frio, ódio da dor, fúria de arrependimento, aversão a solidão. Mas não sentia medo. Se tivesse que matar naquele exato momento, mataria sem medo
Preocupou-se. Será que eu mataria fria e sem amor? - Doce ódio de sabor amargo.

Já não sentia dor, e mesmo podendo levantar-se sem nenhum problema, arrastou-se uns dois metros e meio, cravando as unhas nas frestas entre as pedras do chão, esfregando o corpo nu no chão coberto de musgo e limo. Chegou onde queria depois de pouco tempo, seguindo o som. Olhou para cima e abriu a boca. Uma gota acertou a sua testa, outra embaixo dos olhos, outra o queixo, até que, finalmente, uma gota caiu certeiramente em sua boca.
Apesar do cheiro forte fazê-la lembar de muitas coisas, o gosto não se parecia com nada que já houvesse provado antes. Mesmo assim continuou na mesma posição até que mais cinco gotas caíram goela abaixo. Ela despencou para o lado, deitou em posição fetal e adormeceu.

Não sonhou.

Não sabe por quanto tempo dormiu, mas quando acordou, imediatamente, sentiu o cheiro bom e suas forças retornaram. [Um momento...] Não escutava mais os pingos. [Não pode ser!] Sentou-se e foi escorregando as mãos no perímetro ao seu redor, até encontrar a poça. A sua única conhecida naquela maldita escuridão.
Sem pensar duas vezes abaixou-se e começou a lamber o chão. O líquido escorria pela sua garganta frio como o lago, que ficava na frente da casa onde morou quando criança, no inverno. 

Satisfação. Deixou-se cair para traz e ficou olhando para cima.

O silêncio a incomodava. Quem será que a teria colocado ali? O que quer dela? 
Ela se levantou e começou a andar, sem precauções, para frente. Depois de alguns passos parou. Seu corpo tremia por dentro. Ela parou porque havia uma parede bem na sua frente, mas ela não a via. Apenas sabia que havia uma parede ali, podia sentir isso! Bem devagar levantou a mão direita e confirmou. Seus olhos se arregalaram. Havia sim uma parede. Como ela poderia saber? 
Medo e excitação tomaram conta do seu corpo.

Moveu o corpo para o deu lado esquerdo e foi andando mais rápido. E aconteceu mais uma vez. Parou porque havia uma parede no seu caminho. Mudou de direção novamente e andou mais rápido ainda dessa vez e sentiu uma pedra muito grande no seu caminho. Pulou por cima dela e se surpreendeu. O que era pra ser apenas um pulinho se tornou um salto bem mais alto do que esperava. Continuou e, depois de mais alguns passos, novamente uma parede. Mas ela não desistiu! Correu o mais rápido que pôde, certa de que agora encontraria uma saída. Mais uma vez sentiu a parede ao se aproximar e desacelerou o passo, frustrada, até parar.

Sem nenhuma dificuldade voltou para o seu ponto inicial, ao lado da poça, e se sentou abraçando as pernas e encostando a testa nos joelhos. 

Algum tempo se passou... Ela não sabia se havia dormido. De repente, voltou a escutar os pingos.
Algo que se assemelhava a esperança preencheu o vazio que sentia e ela pôs-se embaixo das gotas novamente, sem dificuldade. Deixou que várias gotas invadissem seu corpo por dentro. Bebeu aquele líquido como se fosse a água do seu deserto. Deitou no chão de pedras para ouvir o som das gotas e sentir o cheiro que a fazia tão bem. Brincou na poça por um tempo, molhando a ponta dos dedos, mas logo cansou-se.

Agora desejava outra coisa. Sentia uma vontade incontrolável. Era como vivesse em abstinência a anos e hoje fosse a oportunidade perfeita! Levantou-se rapidamente. Olhou para cima. Pudia sentir as grades enferrujadas. Era dali que vinham as gotas. Não pôde conter o sorriso. Seu coração pulsava em ritmo acelerado! Não pudia esperar nem mais um minuto! Esticou o indicador e deixou que a última gota se encontrasse com ele. 


Levou o dedo aos lábios, e saltou.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Superar


A força de vontade traz a superação e a superação traz a calma.
De nada vale atormentar nossos pensamentos com sombras do passado.
brevidade da Vida não nos permite perder tempo com o que já se foi.

terça-feira, 19 de julho de 2011

Cinema: Terror - Parte I

Manhã, tarde e noite. Sempre tudo era igual. A mesma rotina, com os mesmo rostos e as expressões. E isso cansava.
Mas aquele dia prometia ser diferente desde os primeiros raios de Sol. Ela sabia disso. E o que vivia nesse momento era apenas uma confirmação. 

Se pudesse não levantaria da cama hoje.
[Malditas obrigações diárias!]

Uma infeliz emergência do trabalho a obrigou a ir àquele lugar. 
O cheiro era uma mescla de mofo, poeira, sangue e... e... algo estragado (?!).
Tantas noites sem sono devem tê-la deixado um pouco fora de foco. Esvaziou os pulmões e inspirou fundo. Por pouco não vomitou. Não foi o cheiro, mas sim aquela visão abominável. Nunca pensou que passaria por aquilo quando, aos seis anos, decidiu se tornar detetive.

Naquela época parecia uma empolgante aventura. Hoje ela não dorme e terríveis pesadelos a atormentam sempre que fecha os olhos. 
[Malditos pesadelos!]

Com toda certeza ela não queria ter que se aproximar daquilo nem mais um centímetro, ao contrário; ela queria fugir dali para uma tranquila casa no campo, longe de qualquer indício de fumaça, carros, mistérios ou sangue.Mas sabia que tinha que se aproximar, era o seu trabalho, o seu dever.

Tampou o nariz com uma das mãos e muito lentamente foi se aproximando. Nem acreditava no que estava fazendo. Depois de muitos passos, demasiadamente pequenos, agachou-se perto do que ninguém conseguiria identificar a menos que soubesse como era aquele ser antes da morte. Ela acreditava que fosse uma pessoa, mas não queria acreditar.

Foi informada de que o legista iria se atrasar. 
[Maldito trânsito!]

Aos poucos foi decodificando o que via, baseando-se no corpo humano. 
Havia muito sangue e o cheiro de ferrugem que invadia seus pulmões estava deixando-a tonta. Parecia que ele havia usado um moedor de carne dessa vez. Ela encontrou parte do que podeira ser o couro cabeludo e pelo tamanho e mechas do cabelo deduziu que a vítima era uma mulher. O que estava dizendo? Aquela com certeza deveria ser uma garota adolescente, nenhuma mulher pinta o cabelo de verde. Ao menos era o que ela achava...

As entranhas pareciam ter sido esmagadas por alguma coisa muito pesada e aparentavam estar grudadas no chão de madeira podre e carcomida pelos cupins. Até os cupins deveriam estar assutados àquela altura. 
Ela pensou que aquilo daria um pouco de trabalho à equipe. Não importa.

"Ah, droga. já é a 6 vez que isso acontece só esse mês. Eu tenho que encontrar ele e... Espere..." 

Ela prendeu a respiração. Há algo errado. Não havia nenhum som. Toda a sua equipe está logo ali fora, mas ela não escutava a voz de nenhum deles. Nem mesmo um sussurro mínimo. Apenas a sua respiração forte.

Um momento... Pânico! Ela havia prendido a respiração como poderia...

Levantou em um pulo e olhou assustada ao redor. Naquela maldita escuridão não conseguia ver quase nada e estava no lugar mais iluminado de todo o ambiente. A respiração estava tão alta e forte. Ofegante. Parecia estar cheia de excitação. Parecia estar... ATRÁS DE VOCÊ!

Ela rapidamente desviou de algo que se moveu com fúria em sua direção, mas quando se recompôs já era tarde demais. Foi atingida pelas costas por uma maldita marreta enormemente pesada e, nos milésimos de segundos que a separavam do chão, se despediu do seu olhar empolgado de criança de seis anos, se despediu da sua esperança, se despediu da sua vida.

Pouco tempo depois a escuridão era um alívio. E o silêncio uma dádiva.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

domingo, 17 de julho de 2011

Calar


Ah, se meus lábios me escutassem! Se eles soubessem se calar nesses momentos; se soubessem o tamanho do meu desejo de não pronunciar uma palavra sequer. 
Esses lábios que me traduzem e traem meus pensamentos. Que não entendem a necessidade de ficarem em silêncio.

Ah, se eu escutasse o que eu digo! Se eu soubesse o quanto era necessária a minha hipocrisia naquele momento; se soubesse a grandeza dos meus atos e as consequências positivas que eles me proporcionaram.
Eu que sempre confundo hipocrisia e bipolaridade. Não me surpreendo de confundir amor e ódio também.

Maldita semelhança! Você que me persegue não importando a minha velocidade ou a minha vontade de fugir. Quantas lágrimas ainda terei de conter até despertar desse pesadelo. Por quanto tempo terei de mascarar minha face com esse vazio?

E se não existissem vocês, meus singelos Princípios? Construídos e baseados durante tantos anos no mais próximo que pude estar da perfeição a cada degrau alcançado. Muitos degraus ainda estão por vir e vocês continuarão sendo meus alicerces, meus pilares
Obrigada por me apoiarem  sempre embora eu saiba que em alguns momentos eu os esqueço.
Perdoem-me, mas nem sempre vocês estão no lugar certo e na hora certa.

Minha Alma está se reconstituindo aos poucos. Pena; ainda faltar muito. Mas sem pressa.

E daí que sofrer é ruim? Quem disse que tudo tem que ser bom? 
E quem disse que sofrer é ruim? E quem disse que tudo seria bom?
Eu só cansei de me arriscar, será que tenho esse direito

Cansei com certeza. Cansei com a certeza do arrependimento

Vou levar a Vida e sorrir por sorrir ao menos uma vez a cada dia. Viver já é suficiente.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

O Mal

Você já caminhou, caminhou, caminhou por muito tempo? É impossível não se cansar. É inevitável não ofegar depois de algum esforço.  


Às vezes, as pessoas fazem coisas que magoam (muito), só que nem sempre é intencional. O que realmente dói é a incompreensão; é quando não entendem que todos nós erramos, a diferença é que uns erram conscientes e outros não.
Temos que aceitar os fatos, tudo que acontece tem algum propósito maior, desconhecido.

Amar e sofrer caminham juntos nessa estrada. Chorar e sorrir fazem parte de sentir. Cair e levantar serão eternamente aliados. 
Aceitar é importante; aprender é essencial; crescer não é uma escolha.

Não é por mal, mas vou te fazer chorar...

Biografia

Certo dia , fora da rotina como sempre, passava por um pacato vilarejo como brisa, apenas observando as coisas e as pessoas. Nunca esquecerei aquele dia.

Depois de muito soprar entre as casa e vielas, me afastei por um tempo e procurei um lugar calmo para balançar algumas folhas e tornar a sombra das árvores ainda mais refrescantes. Encontrei um riacho de águas cristalinas, que cortava um tapete de grama verde ao meio.

A vista do horizonte era simplesmente incrível. O céu azul com poucas nuvens se encontrava com serras minúsculas e eu queria ficar ali até o pôr-do-sol, só para saber como seria.

De repente sem eu perceber, uma garotinha se aproximou, deveria ter dez anos de idade. Ela foi até a margem do riacho e molhou o rosto. Sem enxugá-lo se recostou no tronco da árvore mais próxima e olhou para a mesma direção que eu olhava segundos atrás.

Nesse momento, eu percebi que não apreciaria o sol se pôr sozinho. Me aproximei agradavelmente e soprei da forma mais suave e gentil o seu rosto e ela sorriu com a sensação. E ela soube, naquele momento, que não apreciaria aquela vista sozinha. 

Ninguém está sozinho.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Universal


É muito fácil dizer que tudo vai ficar bem. É muito simples dizer que não se importa. É comum não olhar nos olhos. É completamente normal fazer promessas. É rotineiro não enfrentar os problemas. É estupidamente tranquilo desviar dos buracos. É absurdamente banal dizer ''eu te amo''. É corriqueiro valorizar. É habitual respeitar. É frequente dar as costas. É enfadonho abandonar. É incrivelmente tedioso magoar as pessoas. 






Da garganta para fora as flores estão desabrochando, enquanto dentro já se murcharam.

Together

Enfim tudo se une..
O mar se renova, mas o vento nunca deixou de soprar; e ele sopra em meus ouvidos as minhas mais perfeitas declarações.
E nossas almas se unem, verdadeiras, no que uns chamam de amor e outros chamam de nascer do sol.
Eu prefiro chamar de infinito..

E, hoje, o meu corpo faz sentido, meu sorriso faz sentido, minha voz faz sentido, minha calma faz sentido (...) e meus sentidos se aguçam.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Não Me Sinto


Eu sinto um cheiro diferente,
Mas não sinto o meu nariz.
É um cheiro estranho; de novo...
E medo...

Eu escuto um som diferente,
Mas, cadê meu ouvido?!
Esse som estranho
Que entra pela janela
Interrompe a minha leitura
Me tira do sério e depois...
Só some.

Eu sinto um gosto diferente.
Gosto de bolo de chocolate
De festa com pipoca!
Mas a festa se foi

Eu sinto diferente...
Esse macio parado, que corta por dentro
Fere a alma. Arranha. Gruda.
E depois de tanto doer
Me abraça.
Mas eu não sinto.

domingo, 10 de julho de 2011

Porque...

...ver tudo com os olhos fechados é deixar o coração voar mantendo os pés no chão.

sábado, 9 de julho de 2011

Manhã


Era um lugar novo, nunca antes visitado por ela; e era tão linda a mágica do desconhecido para aqueles olhos, a tanto fechados e rodeados de amargura, que ela se perguntava se a beleza se devia ao ver ou à sua vontade de ver.

Aquele sentimento já a perseguia a algum tempo, desde o dia em que ele a encontrou. - Era uma tarde fria de inverno, mas o Sol brilhava entre as poucas nuvens do céu azul fraco. Seu cabelo cobria os olhos, e isso era um crime menor do que o da tristeza, que cobria por completo o seu sorriso. Ela nem sabia o que isso significava... o que será um ''sorriso''? E uma mão foi estendida. E ela se agarrou à essa mão; nunca teve nada antes a que se agarrar.

- Ah, quando será que eu vou saber o que isso significa?

Não era a primeira vez que perguntava isso, o cansaço nunca foi pário para a sua força de vontade. Esperava ouvir o mesmo de sempre ''A resposta está no que a faz questionar.'', mas dessa vez foi diferente.

- Breve.

Ao ouvir isso ela diminuiu a velocidade de seus passos até parar sob as frias sombras de uma árvore. 
A Lua cheia se despedia.
Enquanto dava mais dois ou três passos ele olhou para trás. 
O que havia em seus olhos de diferente? Tudo era novo e causava aquela sensação em algum lugar dentro dela. Ele dizia que era onde mesmo? Ah! Em sua Alma (mais uma vez o desconhecido...).

O que ela sentia causava uma coisa anormal em cada um dos seus movimentos. Sua face se contrairia por vontade de sua mente, como normalmente fazia quando se encontrava com algo de estranho, mas... a sua Alma... a deixava leve...
Sim, era estranho. 
Pela primeira vez ela não se importava com o estranho, não sentia medo ou vazio. Sentia-se leve como se pudesse sair voando para conhecer mais de perto cada ''desconhecido''. Gostava daquela sensação.

Havia retomado a caminhada sem nem mesmo perceber. A euforia a envolvia por completo, sentia a esperança (re)nascer e partir da sua Alma, por cada vaso sanguíneo, para preencher o vazio do seu pequeno corpo. Ela mesma acabara de (re)nascer.

Estava empolgada e curiosa. Mais do que qualquer ser que já vivera até aquele ponto. Ninguém conseguiria descrever o que ela sentia a cada passo que dava; simplesmente porque não havia como, não haviam palavras
Ela as criaria assim que descobrisse as respostas, assim que soubesse o que era aquilo; quando a explicação se revelasse e sua leveza pudesse ser, verdadeiramente, compreendida. Quando aquilo tudo acabasse e (re)começasse.

O momento se aproximava.

- Só mais alguns minutos. Não tire os olhos do horizonte. Esse é o meu presente.

As coisas estavam ficando mais claras. Os típicos sons de florestas a essa hora ecoavam em sua mente ao mesmo tempo em que a ansiedade deixava seus olhos bem abertos.

E de repente uma coisa brilhou.  Bem ali! Como assim? Você não vê? Está ali, na sua frente!
A coisa mais brilhante; a coisa mais bela; o personagem principal de toda manhã: o sorriso.
Começou como uma pequena fresta de luz, mas logo tomou conta de tudo. Toda a floresta comemorava o nascer de um novo sorriso.

Ela estava completamente maravilhada com o que via: uma enorme bola brilhante acenava para ela, que mal conseguia desgrudar os olhos daquela visão tão incrível. E quando, finalmente, ela olhou para o lado, se encontrou com os olhos dele.

Todas as perguntas e todas as respostas... o sentido surgiu como o conhecido Sol. Tudo se encaixava e sua leveza agora tinha nome.

Amor.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Again...


I have to go now?

         I have to go now...

                  I have to go now!

                           I have to go now?!

                                    I have to go now.

I hate to say it.

Goodbye...
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